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meu dia extraordinário.

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pra mim, extraordinário engloba uma série de significados. é uma palavra fácil, que eu posso usar em mil e uma circunstâncias.

então… meu dia foi extraordinário

sempre chego em casa no dia seguinte, ou seja… depois da meia noite.

ontem meu horário de chegada foi mais ou menos meia noite e vinte e cinco minutos.

não tinha conseguido dormir nadinha de nada na van (porque estava ouvindo the head and the heart e fingindo que eu conseguia reconhecer as notas e me imaginando em cenas aleatórias da vida tocando o teclado nas músicas deles – coisas loucas da minha cabeça), então, já saí da van com uma sensação esquisita, já que eu seeeempre durmo.

digitei a senha da porta de fora do prédio. digitei a senha da porta de dentro. coloquei a mão na bolsa pra tatear cegamente em busca da chave de casa enquanto entrava no elevador e subia até o quarto andar.

conclusão da história toda: fiquei que nem louca procurando a chave. desci e subi do prédio umas cinco vezes. e a tal da chave de casa não estava lá.

sentei no hall de entrada do prédio enquanto tentava respirar fundo, deixava escapar algumas lágrimas e ria da minha cara e da minha falta de conteúdo dentro da cabeça. como alguém pode ser tão cabeça oca quanto eu sou????

se tivesse sido a única vez que perdi uma chave na minha vida, ok. mas na semana passada eu já tinha passado pela mesmíssima situação, o que só me dava mais vontade de rir da minha cara.

depois de lutar muito com a tim, consegui colocar créditos no meu celular – porque sim 🙂 meus créditos tinham acabado de acabar 🙂 meu três g tinha acabado de parar de funcionar 🙂

liguei pra uma das minhas poucas amigas em jaraguá, e ela começou a me passar uns números de chaveiro vinte e quatro horas. liguei para todos os números existentes e nenhum atendia. pra que dizer que é vinte e quatro horas se quando a gente precisa nenhum está disponível?

enfim, próximo passo: liguei pra um taxista me buscar em casa e me levar na casa da helena – só que… claro que eu não tinha dinheiro na bolsa né 🙂 🙂 🙂 🙂

graças a deussssssss a helena tinha dinheiro e conseguiu me ajudar nisso.

ok, finalmente consegui conhecer o apê da helena que é muito fofo por sinal e eu nunca tinha ido.

tomei um banho, coloquei a mesma roupa e fui dormir com ar condicionado ligado ❤ ❤ ❤

acordei um pouco atrasada… mas lá vamos nós né. peguei meu fone de ouvido e meu celular, minha bolsa, minha pasta, meu cobertorzinho e meu casaco e lá fui eu pro ponto de ônibus pra vir trabalhar.

chegando na metade do caminho: adivinhem: : : : : tinha esquecido meu carregador na casa da helena.

ok, voltei, fiz ela descer o prédio, peguei meu carregador e parti rumo ao terminal de ônibus.

nem consigo acreditar na sorte que eu tive de chegar lá e ter um bus paradinho como se só estivesse me esperando pra sair. subi no ônibus e ele logo deu a partida.

de repente, mil berros e choros de um cachorrinho. o ônibus parou, e percebemos que nós – todos nós, os passageiros + motorista – tínhamos passado por cima de um cachorrinho que devia estar tirando uma soneca embaixo do ônibus.

ok, a experiência não foi nada legal e foi muito agoniante – mas pelo que vi, o cachorro sobreviveu, então menos mal.

ta, cheguei na dalila e a situação foi meio cômica. liguei pro chaveiro e troquei alguns olhares risonhos com a lari – porque eu tava fazendo isso pela segunda vez em menos de duas semanasssssssssssss!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! enfim.

o chaveiro ia conseguir ir logo lá em casa, então peguei minha bolsa e parti com um pouco de pressa pra casa. no meio do caminho 🙂 🙂 passei meio perto de um muro com arame farpado 🙂 🙂 meu casaco preferido tava amarrado na cintura 🙂 🙂 e raspou no arame 🙂 🙂 e rasgou absurdamente 🙂 🙂 🙂 🙂 🙂 🙂 🙂 🙂 🙂  UHULLLLLLLL – isso merece até letras maiúsculas no meu blog que é todo minusculinho.

ok, sobrevivi. cheguei em casa e o chaveiro estava lá me esperando. subi o elevador com ele, sentei na escada do prédio enquanto ele fazia o serviço lá. e o serviço de chaveiro na minha fechadura – não sei porqueeeeee – é muito mais complicado do que o serviço que eles estão acostumados a fazer.

então demorou um bom tempo.

até que consegui entrar no apê.

o chaveiro levou minha fechadura embora, pra conseguir fazer chaves novas. e eu entrei em casa pensando muito ansiosamente em alguns amendoins com chocolate que tinha ganhado de páscoa. e adivinhemmmmm 🙂 🙂 eles estavam infestados de formigas.

enfim. fui no banco. fui no mercado. tirei um cochilo. o cara voltou, com duas cópias de chaves novinhas. tudo parecia estar voltando aos eixos 🙂

troquei de roupa, lavei a cara e estava saindo de casa pra ir pro trabalho quando recebo uma liiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiinda mensagem do motorista da minha van dizendo que eu tinha deixado a chave de casa cair no chão da van 🙂

ok, só uma grande risada pode me fazer passar por isso e esquecer os cinquenta inúteis reais que gastei com o chaveiro. e foi isso que eu fiz muito hoje. ri muuuuuuuuito da minha cara (ao mesmo tempo que eu estava querendo me matar e tal hahaa)

o post foi só pra compartilhar com vocês/com alguém/comigo mesma como esses dias extraordinários ficam ainda mais extraordinários quando a gente consegue rir da própria cara.

e que é muito legal tentar achar momentos de sorte quando tudo ao nosso redor parece estar gritando a palavra “azar!”

enfim, vamos para o próximo dia – um pouco menos extraordinário – logo?

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roger.

AQUIU

tava escrevendo esse último post e lembrei de um outro textinho que queria ter escrito semana passada.

não lembro bem qual era o sentido dele, mas era sobre roger.

roger é um dos frequentadores mais assíduos da biblioteca onde eu trabalhava. ele tem catorze anos e deve ter lido mais livros do que eu, meus pais, meus avós e meus irmãos juntos.

lia de cinco a sete livros simultaneamente. e não era qualquer livro não… roger lia livros de grande filósofos, biografias de gente que eu nunca ouvi falar na vida, romances extremamente clássicos. literatura e não literatura de diversos tipos.

além de ler, ele filosofava em voz alta. tinha opinião formada. tinha milhões de teorias criadas na cabeça.

definitivamente ele não parecia ter só catorze anos.

andava de forma engraçada, era meio desengonçado. soltava frases aleatórias.

às vezes falava sozinho em inglês, às vezes tocava violão dentro da biblio.

sempre me dava um “hola isadora”, levantava as mãos e me dava um super sorriso – ele era bem sorridente inclusive.

no nosso último dia, roger veio falar comigo e com o fer de um jeito meio enverganhado, meio risonho, meio desengonçado. nunca vou esquecer o que ele disse, mas acho bom deixar registrado por aqui (aliás, acho que já escrevi sobre isso em algum lugar, mas pelo que vi não foi aqui no blog).

“este es un pensamiento mío, algo en que creo mucho y no tengo dudas de que sea así. la vida es como un pañuelo lleno de nudos. todos estamos conectados de alguna forma o de otra. y no tengo dudas de que volveremos a vernos y a estarmos juntos un día. así que no se preocupen, porque nos volveremos a ver y esto definitivamente no es un adiós, sino un hasta luego”.

e depois disso veio um abraço desengonçado e eu e o fer saímos da biblioteca com um sorriso de bobos na cara e o coração transbordando.

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quero escrever um post.

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quero escrever um post.

não sei direito o que escrever… tinha uns mil textos pra postar em um caderno, mas esqueci ele no trabalho.

vou escrever sobre meus primeiros três meses de dois mil e dezesseis.

esse ano ta confuso e eu to tentando entendê-lo – e me entender também.

ano passado foi uma loucuraaaa. mas comecei dois mil e dezesseis com a sensação de que a loucura toda não tinha valido a pena (hoje acho que valeu simmmmmm, muito!!!).

meu primeiro dia do ano foi lindo, cheio de amor e de conforto.

minha primeira semana foi uma merda. sempre me achei forte sentimentalmente e descobri que eu não era nada disso. chorei mais do que nunca na vida (e hoje me arrependo de ter chorado tanto assim).

minha segunda semana do ano foi linda. foi amor. foi conhecer gente nova – e gente incrível! foi descobrir o que era fazer um voluntariado, descobrir o que era me doar, descobrir como é incrível construir novas rotinas e descobrir como é bom ser adaptável.

meu primeiro mês do ano foi lindo. foi maravilhoso. aquele drama da primeira semana me acompanhou um pouco. mas nada que algumas barras libres, algumas amizades novas e incríveis, algumas águilas e pilsens não tenham dado jeito.

foi um mês de descoberta, de doação, de amizade, de cerveja, de transformação e de muita paixão – paixão pelas pessoas, por medellín, pelas crianças, pela minha nova (e passageira) rotina.

depois do primeiro mês do ano, tive duas semanas cheias de nostalgia antecipada. o sentimento de despedida estava no ar. eu não queria voltar pra casa e fiz de tudo pra minha experiência por medellín fosse mais e mais aproveitada. foi lindo. a praça, lleras, os meninos, as crianças, a biblioteca, a popular, o metrocable, nosso apartamento, as arepas, os espetinhos de carne, a estação de metro, o idioma+sotaque… não existem palavras pra descrever o incrível que foi esse meu um mês e meio na colômbia e eu voltei de lá apaixonadíssima por tudo que tinha vivido, mas tinha assuntos não resolvidos no brasil.

aliás… eles estavam muito bem resolvidos, eu que não queria aceitar a resolução deles.

voltei pro brasil me sentindo pesada. eu não queria voltar. voltar pra rotina, pro trabalho, pra faculdade… voltar era como mergulhar em um poço de lembranças que não me fariam bem.

na primeira semana da minha volta, eu ainda não tinha aceitado que algumas coisas tinham mudado e que eram pra valer. depois de uma briga – mais uma, e a última dessa vez – percebi que não tinha mais jeito, eu tinha que aceitar e era isso.

e quando a gente aceita, as coisas são tão mais fáceis… se eu soubesse disso desde o começo teria poupado algumas lágrimas e deixado de ter algumas esperanças inúteis.

(ok, vamos combinar que eu sabia que se aceitasse o fim tudo ia ser melhor. só que abrir mão é tãaaaaao difícil pra alguém insistente que nem eu…)

enfim, quando eu aceitei foi quando começou meu terceiro mês do ano. março foi sobre aceitar. me aceitar. pensar, refletir, analisar.

foi um mês levíiiiissimo. todo o peso que eu sentia quando voltei pro brasil foi embora no decorrer das quatro semanas desse mês.

foi um mês oposto a toda a loucura de dois mil e quinze. nunca fiquei tantos fins de semana em casa. nunca desejei tanto minha cama ou um bom livro ou um tempo sem nada pra fazer. e isso foi – e ta sendo – incrivelmente bom pra mim.

valorizei mais meus amigos. senti saudades deles. me apoiei na família. comecei a caminhar sozinha por aí, só pelo simples prazer de aproveitar a minha companhia e os meus pensamentos aleatórios. comecei a cozinhar (omelete’s lifestyle).

criei histórias sem fim. criei mil alternativas e planos pros meus próximos anos. refleti sobre o quanto eu me doei, e o quanto algumas dessas doações levaram embora coisas importantes de mim. decidi quais seriam meus objetivos pra esse ano (sim, demorei três meses pra fazer minha lista de metas pra dois mil e dezesseis).

comecei a observar mais as pessoas. a ouvir mais. a falar menos ainda do que eu já falo.

de novo, encontro explicação para tudo isso que foi esse meu começo de ano em uma única expressão: auto conhecimento.

falo tanto em auto conhecimento que acho que as pessoas devem me achar egocêntrica por isso. mas é com ele que a gente descobre o que a gente tem de melhor pra poder doar de nós mesmos pro mundo e pras pessoas ao nosso redor. é com ele que a gente consegue se sentir inteiro e completo. e é muito importante estarmos inteiros e completos para só assim ajudar os outros a chegarem nesse ponto também.

estamos em constante mudança – eu mesmo então, geminiana… nem se fala o quanto mudo da água pro vinho em questão de minutos. mudar é tão bom e importante, mas tem que sempre vir acompanhado de reflexão.

acredito mesmo que o mundo, que a nossa vida, é um grande quebra-cabeça. as coisas acontecem por um motivo e cada passo é uma peça a mais pra completar a vida. a imagem não é pré-definida. cada peça muda, cada peça faz com que o resultado mude. um passo diferente faz com que o resultado seja diferente.

o importante é a gente gostar desse resultado. e ele não vai ser fruto somente de passos fáceis nem somente de passos certos (aliás, o que é certo?).

mas que fique muito claro, independente de qual for o resultado, gostar dele ou não só cabe a nós –  e à nossa reflexão e análise constante.

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tesouros no chão e um pouco de impotência.

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eu não sei porque essa lembrança mexe tanto comigo.

ela é tão bobinha. tão sem sentido.

não envolve ninguém, além de mim e de um menino aleatório no metro.

não lembro que dia foi, não lembro que horas eram.

fiz meu percurso normal: casa>santa lucía>san antonio>acevedo.

em acevedo, subi os quarenta degraus, fiz a volta na coluna e cheguei na fila de pessoas para entrar no metrocable.

tinham umas senhoras atrás de mim, umas adolescentes na minha frente e uns gringos na frente delas.

e do meu lado, andando passo a passo, tinha um menino de uns onze/doze anos de idade.

nossos passos foram diminuindo de ritmo a medida que íamos nos aproximando da fila. quando chegamos no final, eu e o menininho olhamos pro chão e tinha algo reluzindo por lá: uma nota de vinte e mil pesos.

vinte e mil, dá uns vinte e cinco reais. dinheiro que daria raiva perder. dinheiro que daria pra comprar dez hamburguesas ou vinte porções de papa fritas ou dezesseis alitas e seis copos de suco.

o menino me olhou como se perguntasse se ele podia pegar o dinheiro. eu dei de ombros.

não sabia se valia a pena perguntar pras adolescentes, perguntar pros gringos. não sabia se era um dinheiro que estava há tempo dando bobeira no chão…

me senti inútil na vida.

podia ter ensinado pro menino que é feio pegar coisas que não são nossas. mas de quem seriam?

fiquei quieta. ele me olhou de novo. pedindo indicações. suplicando por uma cúmplice.

a fila andou e acabamos entrando nós dois no mesmo metrocable. ele sentou encostado em uma parede e eu em outra, de frente para o menino. ele com os vinte e mil no bolso.

nos olhamos mais algumas vezes. intercalávamos olhares pro chão com olhares um pro outro.

eu era a cúmplice dele.

e sem julgamentos. com o coração esquisito e pensativo sobre ter ou não ter feito a coisa certa. nos dividimos e seguimos nosso caminho.

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comemorando por lembrar e não chorar.

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tava lendo um livro de amorzinho, e lembrei de um momento. (quem nunca, né?)

foi assim:

ele veio pra jaraguá e fui buscar ele na rodoviária. era só a segunda ou terceira vez que ele vinha pra cá.

eu tava com uma tosse absurda. minha garganta doía. de momentos em momentos eu tinha crises de tosses longas e que pareciam intermináveis.

viemos de ônibus pra casa.

não consigo lembrar mais o que comemos, o que conversamos, nem o que fizemos aquele dia.

lembro que a janela do apartamento tava aberta, e ele brigou comigo. andei descalço, e ele brigou comigo. sentei na cama com as costas encostadas na parede fria, e ele brigou comigo.

fomos dormir juntos. sem roupa, começamos coisas que foram interrompidas pelas minhas crises de tosse.

lembro que sentei na cama para tentar me controlar e respirar melhor.

ele me abraçou por trás, com o corpo, os braços e as pernas me envolvendo. lembro que ele beijou meu ombro e pediu pra eu me acalmar.

eu sentia meu corpo convulsionando, mas tinha o corpo quente dele acompanhando os movimentos que o meu fazia conforme os espasmos da tosse.

era bom ter ele ali.

senti nostalgia.

senti saudades

senti vontade de sentir o corpo dele com o meu. de novo.

 

 

(mas mesmo sentindo – e sentindo muito – eu não chorei enquanto lembrava disso tudo, meu coração tá mais calmo e acho que posso comemorar um pouco sobre isso)

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blackpower parte dois.

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depois da primeira impressão com os meninos de cabelos tão estilosos e sua super auto confiança, comecei a ter um pouco mais de contato com eles.

fizemos uma atividade de cocares de índios e eles estavam super interessados e fizeram suas penas com muita atenção.

o tempo todo durante a atividade, o assunto foi o brasil.

“en serio que sos de ahí?”

“uau, que bueno brasil”

“que sueño ir a brasil, las playas, uhhh”

eles estavam muito animados de estarem falando com alguém do brasil. claro que aproveitei essa animação toda e puxei todo o papo possível do mundo.

tirei o celular do bolso pra tirar uma foto dos meninos e els super fizeram poses e se exibiram pra câmera.

pelo que eu entendi, o nome deles era jeison, jaison e samuel.

jaison, que é o mais animadinho, me pediu pra gravar um vídeo com uma mensagem pro brasil.

além do estilo, os meninos baita curtiam rap. faziam umas ótimas rimas e improvisações, e começaram a gravar mensagens pro brasil em forma de rap.

foi tão bacana perceber o quão grande era o estima dos meninos pelo brasil.

e mais bacana ainda foi ver que eles se interessavam por algo bacana como o rap e que eles eram muito bons nisso, apesar da idade.

amei o estilo swag desses garotinhos.

e o mais legal foi a auto confiança deles. a postura. o jeito já formado de rapper.

dá pra ver como o meio forma as pessoas. queria conhecer as pessoas que influenciaram esses meninos a gostarem tanto de rap e a terem esse estilo mesmo sendo tão novos.

porque apesar da idade, eles foram uma super inspiração pra mim. me fizeram levantar o queixo, pensar muito sobre auto confiança, sobre estilo, sobre ser quem a gente é e sobre as influências do nosso meio.

talvez eles nunca saibam o quanto me ensinaram em uns dois ou três dias de convivência, mas acho que eles sabem que me fizeram muito feliz.

porque eu ri muito e me diverti demais estando com eles e ouvindo suas músicas e improvisações. e eles também se divertiram comigo 🙂